sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Porque um dia trepei e caí.

Diz-me. Porque me prendo pelo fio mais frágil.
Sem que se parta como quero e desejo?
Nos segredos de um infinito subtil,
Que me deixa inútil, indefeso,
Quais muros me cerca do ponto mais alto?
Quais muros sufocantes ilusões?
Qual liberdade perdida, qual espaço esvaido...
Em recordações.
Quis sentir o sussurrar da lua,
O suave murmúrio do vento.
Os segredos da mente, tua
Perdidos em cada momento.
Senti o pulsar do desprezo,
Num abraço redondo em si,
Entre imagens de um beijo preso,
Absorto, não penso em...
ninguém.
Foto: ...prisão em si!... - António Maia (www.olhares.aeiou.pt)

1 comentário:

Anónimo disse...

Os textos estão muito bons ! gosto bastante '
parabéns .. @