sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Sigo livre

Sigo os dias
Sem vivências passadas
Nem pretenções futuras
Que me prendam
Ou me não deixem ser rei e senhor
Dos actos sem intenção ou propósito.
Sigo sem pressas nem vidas
Que não conheço, que não vejo ou sinto.
Sigo ao sabor do vento, da chuva,
Tempestades vagueando em sonhos perdidos
Num qualquer lugar isento dos ivas que o mundo tem...
Sigo livre...
Mas esqueço ideais.

1 comentário:

Inês ' disse...

O melhor texto que aqui está ..
muito bom mesmo '